Quinta-feira, Agosto 11

Realidade do Sub's Mundo

Baba na roupa,
Tropeça e cai.
O garçom discretamente se aproxima.
- Vocês querem pagar?
- Não, eu queria um suco.
Um olhar estampado de vergonha
E uma cara com o queixo nos peitos.
Os clientes mais que suspeitos
Juntam os pedaços de nota de real.
Ele a abraça e põe a mão na virilha,
Ela consente e pega no seu pau
E o puteiro que era de família
Vira um boteco normal
Intrínseco e transcendental.

Quarta-feira, Maio 11

no queixo do umbigo



ou teu marido não te come
ou o faz com o menor pau do mundo!

nunca enfiei minha língua em buceta tão apertada
não encontrei abertura para pôr-lha um dedo...

mas o que me apraz em ti não é só isso
tens a safadeza de um par de duras coxas
uma bunda geometricamente perfeita
seios grandes, bicos enormes
lindos mamilos!
negra pele os envolvem

tens a coragem de sentar inteira no meu pau
por que reviras os olhos se me espreme com as grandes unhas?
quando me encontra inteiro dentro de ti
teu movimento é mais calmo
prevê perigo nessa escuridão imensa?

sentas
e aponta o dedo no queixo do umbigo
dizendo
- posso sentir-lhe bem aqui.

Quarta-feira, Março 23

A Sina de Zé Simão

Carmem dormiu mais o Zé dia doze
namoraram no quatorze,
dezeseis já não era.
correu atrás por um mês
queria o Zé na força,
já que o destino não dera.

Resolveu ir à casa do Zé
e mulher, meu senhor, sabes bem como é,
bateu uma vez e foi entrando, deu de cara com a Jerusa
a mulher lhe recebeu com um sorriso
Carmem quis, mas não disse o motivo
já se sentia uma intrusa.

Então aconteceu, foi lá bisbilhotar
o coitado do Zé não tava, nunca ia imaginar
que as duas ficaram sentadas,
tomaram um chá na cozinha,
riam feito vizinhas
que acabaram de se encontrar.

Vou lhe contar o que acontece
enquanto faço a minha prece
do que sucede nesse mundo;
quando um homem vagabundo
chega em casa baqueado
louco pra descansar
e o que faz é dar de cara
duas mulheres e um azar

Zé chegou em casa no prego
só o bagaço, meu senhor.
Doidinho por um banho
e pela cama de seu amor
entrou jogando o sapato prá cima
largou a calça no corredor
caiu de joelhos na porta do quarto
diante do quadro aterrador

Zé não era moderno
logo, não entendeu direito
que faziam Carmem e Jerusa
atracadas daquele jeito
uma lambança de dar gosto
mas deu nojo no coitado
Zé ficou apavorado
ficou doente o infeliz,
saiu correndo adoidado

Nunca mais o Zé se viu
nem ali nem noutro lugar
só o que se sabe e ouviu
é que morreu afogado no mar
e que Carmem e Jerusa
depois de muito namorar
juntaram os seus trapinhos,
vivem agora de beijinhos
tão pensando até em casar

E pra quem inventar de saber
o motivo da traição
vai precisar entender,
não tinha mulher com tesão:
- "além do pau ser pequeno,
vivia deixando-o na mão."

Quinta-feira, Outubro 21

poesia da saladatuacasa

beijo no rostopescoço
beijo no coloseiobarriga
beijolínguatodaela

língualasciva beijonolábio
escondido, gostoso
afastaproslados pernas e braços
fecha os olhos e mordelábio

língua baila no palcopequeno
dedosgélidos nos seiosecarnes
calorfogo, vento pras almas
sentir o gosto
com a virilha no rosto

Quinta-feira, Outubro 7

OUTRAS LINHAS

Demorei a escrever
Estava muito ocupado
Diante das horas de folga
Passei noites e madrugadas
Como um jovem revoltado

Entre os vícios e compromissos
Levei uma surra de buceta

E para tirar o stress
Uma seqüência de punhetas

Segunda-feira, Setembro 6

Poema da buceta cabeluda

Bráulio Tavares

A buceta de minha amada
tem pêlos barrocos,
lúdicos, profanos.

É faminta
como o polígono das secas
e cheia de ritmos
como o recôncavo baiano.

A buceta de minha amada
é cabeluda
como um tapete persa.

É um buraco-negro
bem no meio do púbis
do Universo.

A buceta de minha amada
é cabeluda,
misteriosa, sonâmbula.

É bela como uma letra grega:
é o alfa-e-ômega dos meus segredos,
é um delta ardente sob os meus dedos
e na minha língua
é lambda.

Quinta-feira, Agosto 26

Oração para São Piço

prá São Piço eu ofereço
todo o meu apreço
que me ajude com teu cabaço
porque sei que mereço

pode ser na frente ou atrás
contanto que seja quente
que eu entre reto e rente
qualquer dos dois me apraz

São Piço, meu São Picinho
me agracie com este cabaço
permita que eu faça um regaço
aí eu dou três pulinhos

Eu gozo

E sem conhecer o teu corpo, eu gozo
E sem conhecer o teu cheiro, eu gozo
E mesmo sem te conhecer, eu gozo
E no fim, gozamos os dois e por inteiro.

Terça-feira, Agosto 24

Gosta do tempo

na biografia divina da cama
vou contar um dia
da mulher que chupava meia hora

chupava meia hora e fazia questão
de passear a língua no pau
de estocá-lo contra a bochecha
de beber e sorrir
e continuar até o mote

engraçado como ela se embriaga
com o próprio suco
e esquece do mundo
morena

corpo magro
suas coxas grossas
cabelo cacheado
boca grande
de me chupar mais de meia hora

de pedir mais um gole de whisky
ofegante sorriso
sem largar o pau da mão
sem parar de mexer
de usar língua gelada
pra abocanhar meu saco
de usar os lábios
pra massagear minha áura

morena da boca grande
de sorriso fácil
até quando chupa
por mais de meia hora

Segunda-feira, Agosto 16

Ele me pede pra ser sua de corpo e alma
e morar com ele daqui a tempos.
Sua rola em mim, suores e tremores,
quase digo sim pra tudo!
Tudo por aquele orgasmo!
Resisto. Digo "vou pensar" e gozzzzooooo.
Lembro dos pobres homens que falam qualquer merda por uma boa trepada.
Entendo.

Segunda-feira, Agosto 9

A bunda, que engraçada

A bunda, que engraçada.
Está sempre sorrindo, nunca é trágica.

Não lhe importa o que vai
pela frente do corpo. A bunda basta-se.
Existe algo mais? Talvez os seios.
Ora - murmura a bunda - esses garotos
ainda lhes falta muito que estudar.

A bunda são duas luas gêmeas
em rotundo meneio. Anda por si
na cadência mimosa, no milagre
de ser duas em uma, plenamente.

A bunda se diverte
por conta própria. E ama.
Na cama agita-se. Montanhas
avolumam-se, descem. Ondas batendo
numa praia infinita.

Lá vai sorrindo a bunda. Vai feliz
na carícia de ser e balançar.
Esferas harmoniosas sobre o caos.

A bunda é a bunda,
redunda.

(C.Drumond de Andrade em Amor Natural)

Domingo, Agosto 1

Estranho este homem que do nada surgiu,
E parece saber a rota certinha dos meus “ais”.
Mal me roça a barba, molho a calcinha.
E sua mão conversa com minha boceta como velhas comadres
Que homem é este, que veio do nada e me arranca gritos quando me morde a nuca,
E traça o caminho das minhas sardas com sua língua safada?
Sei lá que homem é este, mas sou sua fêmea e uivo sem-vergonha ao seu toque.

Sexta-feira, Julho 23

Cuida do nome

de folga
lambe Olga
na sacristia
bolina Luzia
na lotação
encoxa Conceição
no cinema
alisa Jurema
na cama
fode Joana
no expediente
beija uma crente
mas evita o cemitério

Sábado, Julho 17

COMPUTARIAS

Eu computaria
Tu computarias
Nós computaria,
trombando e roçando pela madrugada
 
Eu semputaria
Tu semputarias
Nós semputaria, cada um no seu canto da cidade,
sobrevivendo de polegares e rugidos solitários

Sexta-feira, Julho 16

O GUERREIRO

Guerreiro é apenas termo sintético
É a forma amiga de se chamar tarado.
Um cara que luta mesmo embriagado
E admite fazer amor mesmo que patético.

Eis a gorda, a feia ou a constrangedora
Nenhuma delas diminuirá o seu tesão
O Guerreiro vai ao front por convicção
Fazendo gozar toda mente sonhadora.

São suas habilidades. Nem a astronomia
Vê argumentos para essa vulvacofagia
Olhando o céu estrelado pela luneta

O guerreio é o sábio no sexo investido
E se beleza não lhe tiver convencido
Ele fecha os olhos e pensa numa punheta.

Terça-feira, Julho 6

TRANQUILIDADE

Para me deixar demais contente
Não precisa de muita graça
É só ver quando a galega passa
Rebolando na minha frente

Nem aquela moreninha gostosa
Tem tamanho bailado nas cadeiras
Embora com qualidades maneiras
É armadilha mais que perigosa

Puro tempero de mulher casada
Cheiro de bala e carne assada
Quando tem um corno que se revolte

Enquanto a minha chibata morre
Numa calmaria de corre-corre
Visto minha roupa num pinote

Sexta-feira, Julho 2

Um pouco de John Donne

Depois desse lindo poema de Drummond, vou tentar manter o nível. Esse poema de John Donne, que teve uma parte musicada por Caetano Veloso, dedico à minha amada.

Elegia: indo para o leito
(John Donne - Tradução de Augusto de Campos)

Vem, Dama, vem que eu desafio a paz;
Até que eu lute, em luta o corpo jaz.
Como o inimigo diante do inimigo,
Canso-me de esperar se nunca brigo.
Solta esse cinto sideral que vela,
Céu cintilante, uma área ainda mais bela.
Desata esse corpete constelado,
Feito para deter o olhar ousado.
Entrega-te ao torpor que se derrama
De ti a mim, dizendo: hora da cama.
Tira o espartilho, quero descoberto
O que ele guarda quieto, tão de perto.
O corpo que de tuas saias sai
É um campo em flor quando a sombra se esvai.
Arranca essa grinalda armada e deixa
Que cresça o diadema da madeixa.
Tira os sapatos e entra sem receio
Nesse templo de amor que é o nosso leito.
Os anjos mostram-se num branco véu
Aos homens. Tu, meu anjo, és como o Céu
De Maomé. E se no branco têm contigo
Semelhança os espíritos, distingo:
O que o meu Anjo branco põe não é
O cabelo mas sim a carne em pé.
Deixa que minha mão errante adentre.
Atrás, na frente, em cima, em baixo, entre.
Minha América! Minha terra a vista,
Reino de paz, se um homem só a conquista,
Minha Mina preciosa, meu império,
Feliz de quem penetre o teu mistério!
Liberto-me ficando teu escravo;
Onde cai minha mão, meu selo gravo.
Nudez total! Todo o prazer provém
De um corpo (como a alma sem corpo) sem
Vestes. As jóias que a mulher ostenta
São como as bolas de ouro de Atalanta:
O olho do tolo que uma gema inflama
Ilude-se com ela e perde a dama.
Como encadernação vistosa, feita
Para iletrados a mulher se enfeita;
Mas ela é um livro místico e somente
A alguns (a que tal graça se consente)
É dado lê-la. Eu sou um que sabe;
Como se diante da parteira, abre-
Te: atira, sim, o linho branco fora,
Nem penitência nem decência agora.
Para ensinar-te eu me desnudo antes:
A coberta de um homem te é bastante.

Terça-feira, Junho 29

Um pouco de Drummond


Não quero ser o último a comer-te
Carlos Drummond de Andrade

Não quero ser o último a comer-te.
Se em tempo não ousei, agora é tarde.
Nem sopra a flama antiga nem beber-te
aplacaria sede que não arde

em minha boca seca de querer-te,
de desejar-te tanto e sem alarde,
fome que não sofria padecer-te
assim pasto de tantos, e eu covarde

a esperar que limpasses toda a gala
que por teu corpo e alma ainda resvala,
e chegasses, intata, renascida,

para travar comigo a luta extrema
que fizesse de toda a nossa vida
um chamejante, universal poema.

Sexta-feira, Junho 25

Sabedoria

No alto da montanha, o dia se findando, encontrei o mestre. Me perguntou o que eu viera fazer ali. Respondi que queria saber como lidar com as mulheres e ter todas elas à meus pés. No que de pronto me respondeu:
"Nunca subestime uma mulher por seu rosto se ainda não viu sua bunda."

Agradeci e voltei.

Quarta-feira, Junho 23

Benhê

_Benhê...
_ O que foi amorzinho?
_Assim não, mais pra lá..

humm humm

_Benhê...
_ki foi?
_Assim não, mais de leve...

humm humm

_Benhê...
_Ki foi caralho?
_Ai bem, puxa, fica bravo não...mas assim irrita, mais pra lá um pouquinho...

humm humm

_Benhê...
_Caralho, vai sifuder!
_To tentando né, mas você não sabe fazer nada certo...

Sem respeito, por favor

Tire as mãos de mim
Na cama és mocho...
Éramos nós estreitos nós
Enquanto tu és laço frouxo
Tira as mãos de mim põe as mãos em mim
E vê se a febre dele guardada em mim te contagia um pouco...
A paixão queima
Arrebata
Trai
Não quero respeito
Quero o furor do tesão
O prazer da penetração
Seu gemido
Seu suor
Seu gozo
Seu gozar em minha boca...
Vem então
Põe suas mãos em mim
Me devore
Me chupe
Me coma
E vê se o fogo dele guardado em mim
Te incendeia um pouco...

Terça-feira, Junho 22

Principalmente

Paro para pensar
Planto uma cantada
A isca é mordida com uma chupada mágica
E a sua língua vem subindo entre os escrotos
Até fazer cosquinha na cabeça do meu pau

Três tapas na cara
Uma pausa no gozo
Ela vira a bundinha como um aceite
É o caminho
Puro encaixe, temperado de amor e suor

Paro de pensar
Planto a vara
A chupada mágica agora é a isca
Eu sou o escroto que lhe passa a língua
E faço cosquinhas com a cabeça do pau

Na tara, mais três tapas
Um gozo de pausa
A alegria é o meu cacete
Pedaço de mau caminho
Temperado de suor no banco trazeiro

Amanhã poderei não lembrar de muitas coisas
Não lembrarei seu nome ou seu telefone
Mas vou lembrar dos beijos, do seu calor
E principalmente que comi de graça

...desnuda-se o corpo pouco a pouco, deixando caírem os desejos.
Imaginando em outro ser o complemento. A busca incessante de um gozo.
Corpos que se acariciam, um desejo marcado por dor, por dúvidas e o que isso importa? Importa a carne, cessar o desejo...

Segunda-feira, Junho 21

Dizer todos os sims com minha língua
Morrer de aperreio com tua barba nas minhas ancas
Pra depois acordar com teu roçar
Nos meus grandes lábios de Angelina Jolie

Fetiche

Ele era um ser trivial em todos os sentidos. Sexualmente então, um "papai/mamãe" estava muito bom.
Um belo dia confessou a ela que tinha um fetiche...
Os dias se passaram e ela veio me visitar. Usava um batom róseo e sua boca estava toda "borrocada".
Imediatamente perguntei:
-O que significa isto?
-O que? Respondeu-me ela.
-Este batom horrível e borrado.
-Kikikiki, foi a resposta, é um fetiche dele! Ele gosta que eu use batom vermelho e chupe-lhe o pau.
-Humm, que fetiche mais idiota, pensei.
Mas ela continuou e disse que ele gostava de ser chupado com batom no cu também, várias lambidas escarlates.
Imaginei o senhor todo borrado de vermelho. Pinto e cu, uma meleca... Algo como socar pomada para hemorróidas, com a diferença que a referida pomada seria vermelha. Muito desconforto, pensei.
Contudo convenhamos... gosto ou fetiches são iguais a cu, cada um tem o seu...
Apenas coloquei que ela deveria ser ou estar daltônica. Primeiro a boca estava toda borrada. Pode ter esquecido de tirar... quem sabe? Em segundo lugar aquele batom medonho, "roseozinho", de mau gosto, não tinha nada de vermelho.
Chamei-a e fomos até o banheiro, onde mostrei o que é realmente um batom vermelho.
Passei em sua boca, enquanto sensualmente ela fazia biquinho, dei –lhe de presente e disse:
-Divirta-se.
Foi embora feliz da vida!
Mais tarde percebi que ela esquecera o róseo batom no banheiro, feliz talvez, por ter agora um realmente vermelho.
Vaidosa, resolvi experimentar. Apesar de feio, sabe-se que batom varia de cor, de acordo com tom de pele, e ela é muito mais branquela que eu. Em mim poderia ficar interessante.
Abri, fiz bico e já ia passando quando pensei:
"E se essa louca retoca essa porra durante o felácio"?
Batom com cocô???
Estou fora!!!

Sexta-feira, Junho 18

Ratifiquando

Pense numa bundinha bacana.
Pensou?
Pois eu vi e gostei.
Mas impressão que dá é que ela não me dá.
Mas dá.

Quanto mais
Com Tomás
Contumaz





Só falta saber o bar e hora
Pra contar a resenha depois da matada

Quinta-feira, Junho 17

A Profissional

Ele é gostoso, putanheiro, surubeiro, e sabe que é.

Aquele dia foi ao puteiro mais para se distrair e tomar umas, nem estava a fim de comer ninguém. Mas mulher sente cheiro de homem gostoso e ele que nunca nega fogo, mandava uns olhares lascivos.

Ela se aproximou e disse o tradicional:

- Paga um drink?

Ele que não estava nem um pouco animado, contou uma estória triste: Tinha 5 filhos para criar, estava duro e teso.

Foi então que a sacro santa senhora decidiu:

-Você é muito tesudo, vou te chupar todo, quero que você enfie até o talo e não vou cobrar nada.

Bom, na cabeça dele, de graça até injeção na testa, foram para um motel de quinta. Aquele tipo que cheira a tricomonas...

Ele deitou, relaxou, colocou os dois braços para trás e ela começou a chupá-lo.

Chupava bem a puta, só que ele começou a sentir algo estranho...

Macio, áspero, macio, áspero, macio, áspero...

Abriu os olhos e deu com a gentil senhora chupando e limpando com uma toalhinha. Chupava e limpava, chupava e limpava, chupava e limpava.

-O que é isso? Ele perguntou

-Ai, sabe...é que eu tenho nojo!!

A essa altura, antes de broxar ele resolveu:

-Vira essa bunda e se mexe, mexe esse rabo gostoso ai, sua vagabunda.

Socou uma punheta, ela rebolava, ele socava e...pimba! Gozou nas costas da mulher, que levantou-se e disse aos berros:

-EU NÃO DISSE QUE TINHA NOJO DE PORRA SEU FILHO DA PUTA?

-Diga-me uma coisa. Você já pensou em mudar de profissão?

Sexo coletivo

- Vem, me fode gostoso.
- Vou comer sua boceta com força.
- O que?
- Vou comer sua boceta com força.
- Isso come com força.
- Agora dá uma chupada.
- O que?
- Agora dá uma chupada.
- Chupo. Me dá ele aqui.
- Engole tudo, putinha.
- O que?
- Engole tudo sua putinha.
- Caralho! Essa mulher é surda, é?
- É, ela é meio surda!
- O que? Tá falando com quem?
- Com você, gostosa. Disse que vou comer sua bunda!
- Isso, fode meu cu bem gostoso.
- Vou enfiar tudo.
- O que?
- Vou enfiar tudo no teu rabo.
- Enfia tudo nessa vadia que eu estou quase gozando.
- Come ela com força que eu estou quase gozando também.
- Morar em kit é foda. Cala a boca, cambada de filhos da puta.
- Com quem você está falando?
- Com você. Me dá a boca que eu vou gozar, sua puta.
- Ai, goza aqui na minha boca.
- Aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhnnnnnnn.
- Aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhnnnnnnn.
- Uuuuuuuuuuaaaaauuuuuu.
- Ahhhhhhh, também tô gozando...

Sexo virtual

- oi, tá tc de onde?
- isso não interessa. quero sexo. quer me comer?
- claro, gata! tô prontinho.
- prontinho?
- prontinho. tô com a benga tinindo.
- benga? ah não! benga nem pensar. pode parar.
- qual o problema com a minha benga?
- benga é muito feio. chama de pau, cacete, caralho, sei lá...
- tá bom, meu caralho tá tinindo, durão.
- ah que delícia. é grande?
- 23cm.
- pq que todo homem na Internet tem pau de 22 ou 23 cm?
- sei lá, o meu tem.
- aqui no mundo real é difícil conseguir pau desse tamanho.
- porra, vc vai querer discutir o tamanho do pau agora?
- não, não. tudo bem, vamos continuar. posso dar uma chupada no teu caralho?
- chupa, chupa ele todinho. quero ele bem babado.
- vou babar ele todo, chupar seu saco e lamber seu cuzinho.
- ah não! no meu cuzinho vc não encosta. pode parar.
- ih, vc não gosta de uma lambidinha no cuzinho? não se garante?
- pra mim isso é viadagem.
- tudo bem, tudo bem. vamos continuar a sacanagem. então não lambo o seu cu.
- blz. continuaê, lambe meu pau sua cadela.
- cadela? tá doido. cadela não gosto. me chama de puta. cadela, não.
- desculpa. lambe aê, sua puta gostosa. lambe meu caralho inteiro.
- tô lambendo. tô lambendo.
- tá duro demais. vou meter ele na tua prexeca.
- pode parar. melhor a gente parar, não tô gostando.
- pq?
- a gente não combina. prexeca não dá, meu caro. prexeca não dá.
- como vc quer que chame ela?
- não quero mais.
- pow, mas eu tô aqui com a benga durona. vai parar agora?
- tá vendo? tá vendo? desculpa, mas não dá.
- tu é fresca prá caralho, hein!
- vc é que é grosso.
- isso eu sou mesmo. vc ia se amarrar na minha benga.
- mas neeeeeeem morta. sai prá lá.
- não faz cu doce. vc vai gostar.
- de jeito nenhum, meu amigo. se vc não sabe o nome do seu piupiu, não vai saber usá-lo. rs

Sexta-feira, Junho 11

Tragicômicu

Quatro louras esculturais numa saia só. Todas bundudas, peitudas, coxudas, lábios carnudos, cabelos e unhas bem feitas. Todas de olhos ou verdes, ou azuis. Olhando bem, tinha uma que tinha um olho verde e outro azul. Todas elas, de biquíni branco, sobre um sofá que... bem, o sofá começava na esquina e terminava lá no décimo andar. Tudo estava em cima daquele sofá, que em certas curvas até parecia um enorme e gostoso divã. E as loiras todas lá. Mordiscando os lábios, fazendo assim com a cabeça, passando a mão nos peitos, atirando beijinhos. Uma delas, mais bronzeada, deitada de lado, com aquela bunda enorme meio pra cima, meio de lado. Capozão num biquíni branco. Ah, sim... louras bronzeadas e de biquínis brancos... perdição dos diabos. Como estavam todas dentro de uma única saia, os “contatos imediatos de terceiro grau” eram inevitáveis. E elas tinham nascido pra aquilo tudo.
Olhei pra mim mesmo e vi o maior pau que eu já tinha visto na minha vida. Lembrei na hora do Rocco Sifredi. Pensei em botar o bicho na janela e gritar pra todo mundo. Mas gritar o quê? Ainda por cima quando me dei conta do que tava acontecendo, estava sendo atacado por duas delas que brincavam com ele entre olhares de espanto pelo tamanho da ferramenta. As outras duas, debaixo da saia gigante, se lambuzavam com saliva de um jeito que nem John Stagliano imaginaria. Quando viram que eu estava alucinado olhando para elas, se deixaram e vieram correndo brincar com as outras duas. POOOW! O relógio desperta. Sete e meia – vai trabalhar.

Quarta-feira, Junho 9

Depois de tudo

Quando a última palavra da noite vem
Resta sonhar com as horas

Passando o tempo
Super lento
Meio lento
Lento
Len
To

Restam os minutos cronometrados
E uma expectativa infanto-juvenil
Para reenconcontrar a garçonete

No menu, nenhuma dose ou aperitivo.
Apenas o cumprimento lascivo
Seguido de mais um boquete.

Terça-feira, Junho 8

Gozei. E daí

Quero dizer tudo
E não falar nada

Por mais deliciosa que era
Por mais gostosa que fosse
Só vou sossegar nesta vida
Enquanto contar pra galera

Como inferência, adendo ou moda
A cada amigo de boca escancarada
Contar é mais que uma gozada
É a multiplicação da foda

No meu exercício de inveja
Gozei. E daí?
Vou lá e como de novo

Segunda-feira, Junho 7

Sex Phone

-Tá vestida como?
- Não uso nada pra dormir...
- Mora só?
- Hã-hã...
- Deixa eu ir aí, então...
- Não vai dar tempo. Tô toda molhada aqui...
- Tá? Porra, e eu de pau duro, gata!
- Tá nuzinho?
- De cueca.
- Tira pra mim, vai...
- Pera um pouco. Pronto. Tirei.
- Eu queria estar aí, tirando essa cuequinha com o dente...
- Hmmmm... é? E o que mais você iria fazer comigo?
- Tirar essa cueca no dente, subir arranhando as suas coxas e chupar sua rola beeeeemmmmm gostoso.
- Hmmmmmmm...
- E você? O que faria comigo?
- Ia lamber muito essa xaninha molhada, morder de levinho, botar a cabeça do meu pau dentro, tirar, começar tudo de novo...
- Hmmmm, delícia! E depois?
- Você tem peito grande?
- Tenho. Você gosta?
- Adoro! Ia chupá-los todinhos, depois alisar o seu cuzinho... Posso botar o dedo no seu cuzinho? Você deixa? Deixa, vai...
- Pode tudo! E ia me xingar?
- Ia! Ia chamar de cachorra!
- Cachorra, não - putinha.
- É! Minha putinha!
- É!
- Gostosa!
- Me come vai, sobe em mim e me come!
- Vou subir, safada!
- Vai, sobe e mete!
- Vou meter, sua vadia!
- Hmmmm.... Ai! Au! Ai! Ahhhhhhhhhnnnnnnnnnnnnnn!
- Gozou, foi? Tô quase também, minha putinha! Alô? Alô? Alô?
Tu-tu-tu-tu....

Sexta-feira, Junho 4

Passe a mão na careca
Nessa não, na outra.

O pinto é como o carateca
Que dá golpes e saltos sem igual
Pra aprender essa arte marcial
Passe a mão na careca
E como quem se preocupa em soneca
Sonhe comendo a melhor fruta
O brotinho que ora é brota
E pra virtualidade não findar
Vá de punheta, que é um katá
Nessa não, na outra.


Quinta-feira, Junho 3

Me erra

beija toda essa lama
leva-a para tua cama
procura, chafurda aí
a mim só resta rir

não nego o prazer que sinto
quase gozo, não te minto
quando vejo-te perdida
distante do ponto de partida

sem um pau que te ajude
acha logo um ataúde
aceita teu fim macabro
que prá você não mais me abro

teu sexo oferecido
aqui não terá mais abrigo
muito menos noutro lugar
que ninguém vai te aguentar

esse teu gênio horrível
o teu desejo impossível
no boquete, os teus dentes
na tua língua, o que mentes

e tem o descaso também
com que tratas o amor de alguém
a personagem que vestes
sem um pensamento que preste

então segue o teu caminho
entra no primeiro carrinho
vai dar o teu cuzinho
vê se esquece meu carinho

Saciar

E minha mão se transforma em tua boca,
sedenta , percorrendo meu corpo
e viajo.
Me entrego aos sonhos.
E tua boca percorre o meu corpo,
Explora caminhos
Sonho com os olhos entreabertos
A respiração rápida
e enfim
Realizo meu sonho
para uma vez mais
Voltar a realidade.
E minha mão
não é mais sua boca
e meu desejo,
saciado por mais um dia...

Full gás

Kung-Fu e gasolina não é mera combinação explosiva

Muitas posições de ataque
Muitas posições de defesa
E com essa energia sem igual
Como seu cu de sobremesa.

Brincadeira

Nala
Deira
Mama
Deira
Naca
Deira
Brita
Deira
Nama
Deira
Brinca
Deira

Uma felicidade sem fim.
A minha indo e voltando
No calor dos seus lábios plurais

Quarta-feira, Junho 2

Entorpecente

rosa ou vermelha
arrombada ou apertada
contanto que seja gulosa
depravada e molhada
pingando e cheirando
na minha cara

viva a boceta gostosa
a vulva maliciosa
que tanto me apraz
(se interditada vou atrás)
essa parte indescritível
da anatomia feminina
que me faz incorrigível
é melhor que anfetamina